O que o pessoal de PL faria se ganhasse o bilhão da mega sena?

O que o pessoal de PL faria se ganhasse o bilhão da mega sena?

A mega sena da virada será sorteada às 22 horas desta quarta-feira, 31 de dezembro, último dia do ano de 2025. E seguramente, o último dia de pobreza para o feliz – ou os felizes ganhadores, afinal o prêmio calculado em 1 bilhão de reais, além de ser muito dinheiro, não acumula. Se as seis dezenas não tiverem um ganhador, o estratosférico montante será dividido entre os acertadores da quina.

O valor, inédito, chama apostadores e acorda sonhos. Num país em que mais de 43% da população está inadimplente – ou cerca de 80 milhões de brasileiros – todo mundo quer pagar suas dívidas e dormir tranquilo, com muito dinheiro para gastar.

Outros brincam diante da perspectiva quase nula de ser o ganhador – afinal as chances são de uma em 50 milhões. Mesmo assim, ano a ano, as pessoas fazem sua fezinha, ou, como já disseram, apostar “vira um exercício coletivo de esperança, em que a expectativa de mudar de vida fala mais alto, mesmo quando a matemática joga contra”.

Muita gente não vai jogar, em especial os evangélicos – apesar de um pastor pedro-leopoldense já ter levado alguns milhões na mega sena. Mas muita gente vai, afinal, como disseram John Lennon e Raul Seixas, sonho que se sonha junto é realidade. E foi para conhecer essas expectativas, que o site AQUI PL foi até os seus leitores e leitoras e perguntou o que fariam se ganhassem esse dinheirão todo.

Muitos prometeram apoiar e investir no portal AQUI PL. Têm a minha mais entusiasmada torcida. Outros foram realmente criativos, mas pediram sigilo. Amigo meu de rede social disse que compraria alguns deputados, para ficar brincando de propor, vetar, obstruir pauta. “Mas acho que ia faltar dinheiro”, acredita. Outro disse que não poderia responder à minha pergunta, porque tudo que ele ia fazer era impublicável. Um terceiro disse que vai pagar algumas dívidas e o restante delas ele vai tentar parcelar….rsrs. Eu não tenho dúvida: além de acertar as pendências, me mudaria para um prédio com elevador e compraria um ar condicionado poderoso – ou como disse um outro leitor, me mudaria para a Groenlândia nesta época.

Para algumas mazelas, um bom dinheiro seria remédio, em especial para quem enfrenta este calor cruel para fazer sessões de hemodiálise em BH, por exemplo – como acontece diariamente com vários cidadãos de Pedro Leopoldo. Ou quem sofre com a falta de água em todo o Brasil, às voltas com um sistema de saneamento que precisa de investimentos e não necessariamente de ser vendido. Certo é que, se eu ganhasse na mega da virada, alugaria um caminhão, encheria sua carroceria de mudas e chamaria minha amiga Camila Rajão para plantá-las em qualquer pedacinho de terra que encontrasse em Pedro Leopoldo. Principalmente nos buracos da rua principal, em que os tocos – que um dia foram árvores – impedem que alguém possa plantar outras e arborizar de verdade a nossa cidade.

Confira o que os leitores do portal AQUI PL querem fazer com este bilhão. A todos eles, suas famílias, seus vizinhos, enfim, todos os pedro-leopoldenses, desejamos muita sorte, muita alegria, muita saúde, não só no último dia de 2025, como em todos os anos que virão!

Núbia

“Vou ajudar uma porção de gente que precisa. E tem muita gente precisando. Para que eu vou ficar com um bilhão só para mim?” (Núbia Albano, ativista cultural)

Matheus

“Parar de trabalhar. Mudar para uma cidade litorânea, ajudar alguns amigos e criar ou participar de projetos de inclusão social. Curtir a vida!” (Matheus Borges, funcionário público)

“Não sou criativa. Viajar!” (Maria Margarida Oliveira, psicóloga)

Valério (com o The Phuntos)

“Compro tudo de bala chita” (Valério Sena, músico e ativista cultural)

“Eu ficaria em silêncio, sem demonstrar a alegria. Aplicaria parte do dinheiro em uma agência da capital e investiria em imóveis em várias cidades do Brasil. Viajaria depois de uns seis meses para fazer um tour pela Europa e Emirados Árabes” (Inês Vieira, agente de aeroporto)

“Ganhando eu o “bilhão” da mega sena, a primeira providência seria contratar uma equipe de especialistas para planejar o uso inteligente do prêmio e para dobrar o valor do prêmio em determinado tempo! Com esse planejamento estratégico, é possível ter e fazer tudo que quiser e realizar todos os desejos! Aceito currículos… heheheheheeee!” (Fátima Brasil, geógrafa)

Fátima

“A maior parte será para ajudar pessoas e instituições de caridade. Já o ex-namorado de minha prima dizia que mandaria fazer 3 piscinas: uma de cachaça, uma de tira-gosto e outra de sonrisal. (Amarildo Germano, funcionário público)

Amarildo

“Vou montar uma empresa cultural para uns amigos, como forma de que tenham um ganho permanente” (Vilmar Oliveira, assessor político)

“Com certeza, no primeiro momento, você não iria nem me achar, porque estaria digerindo esta sorte e alegria. Depois, como sou muito grata à minha vida, acredito que continuaria a viver normalmente até decidir o que faria com este presente !!” (Diane Barbabela, empresária)

Diane

“No livro “Coisa de Rico: a vida dos endinheirados brasileiros” de Michel Alcoforado, é esclarecido como todos nós adoramos ter para mostrar quem somos. Partindo desta premissa, e sabemos que somos pessoas elegantes e sinceras, só nos falta o “glamour” e, claro, o dinheiro. Como comprei cota de bolão e fiz um jogo na bilionária Mega Sena da virada, iria tentar realizar os sonhos de um progressista de esquerda. Compraria uma fazendinha centenária em Pedro Leopoldo, a restauraria e lá minha querida mãezinha passaria seus dias recebendo os filhos, netos e bisnetos. Lá teria uma cozinha sempre movimentada a exalar o cheiro de uma infância mineira, farta e saborosa. Outro sonho seria ser um filantropo do Grupo São José e do Colégio Imaculada Conceição a financiar estudantes pobres e dotar estas instituições de sonhos realizáveis (como os meus e de inúmeros amigos). Milionário, eu continuaria a acreditar que é possível ter uma vida boa com o que já temos sem o aperto da falta de recursos”. (Daniel Francisco da Silva, advogado)

Daniel Francisco

“Se ganhar o bilhão da mega da virada, eu vou fazer com o dinheiro o que provavelmente qualquer mortal faria, na ordem inversa: repartir, aplicar, investir, gastar e morrer de medo. Gastar em viagens, em compras e na realização de sonhos antigos; repartir com as pessoas que amo; aplicar em causas que me tocam; investir em aplicações financeiras; e morrer de medo de perder a vida, a segurança, a paz e a existência tranquila, discreta e feliz que hoje tenho”. (Aloisio Vilaça Constantino, advogado e professor)

Aloisio

“Eu comprei meu bilhete hoje, acredita? Nem sei qual é o valor do prêmio, mas, se ganhar, eu termino minha casa com tudo bem bonito e sem extravagâncias, depois dou um valor tipo 20 mil pra irmãos e sobrinhos, porque são muitos. A parte maior vou investir em algum fundo pra viver da renda. Viajar, fazer 4 shows por ano sem me preocupar com a bilheteria… Viver”. (Luciene Lemos, atriz e cantora)

Luciene (com a grafiteira Simone)

“Não consigo nem pensar, porque acho minha vida boa demais, menina: Pedro Leopoldo, filho, mãe, tudo lindo. Imagine este dinheiro gigante, vou fazer o que? Só problema…” (Matheus Utsch)

Matheus Utsch

“Se eu ganhar, vou ajudar uma ong de animais da qual participo e que tem pessoas muito dedicadas, viajar bastante, ajudar meus amigos e familiares”. (Tarcísio Diamantino, empresário de radiodifusão)

Tarcísio

“Se eu ganhar, vamos ( eu e meu marido) investir no futuro de nossa empresa de carretos, terminar nossa casa. Comprar um terreno na roça para o meu pai, ajudar nossa família e investir o restante do dinheiro, para continuar garantindo o nosso futuro e dos nossos filhos. Também doaria um pouco para uma fundação que possa ajudar os nossos idosos. Eles precisam de atenção e carinho e poucos têm isso”. (Érica Oliveira, empresária)

“Primeiro eu sumo por uns dias pra ninguém me achar. Depois pago todas as contas, compro uma casa, viajo o mundo sem olhar o preço do café. Ajudo quem eu amo, faço o bem sem alarde…
E no fim, continuo reclamando de coisa boba, porque o brasileiro nunca perde a essência”. (Ketylin Lima, designer)

“Se eu ganhasse um prêmio assim, ajudaria muitas pessoas. Arrumava o nosso galpão no Novo Campinho, onde doamos roupas, calçados, eletrodomésticos. E também enxovais para recém nascidos, berços, carrinho, banheira. Ajudaria muito”. (Mércia Gonçalves, aposentada)

Vania

“Primeiro terei que sobreviver ao choque e, depois, terá sumiço , mimos mil e realização dos sonhos dos familiares. Coisinhas básicas… rsrsrsrs. No campo pessoal, é melhor eu me calar para não entrar areia, pois pode desagradar muitos (Vania Beatriz Viana, veterinária)

“Vou fazer o básico com responsabilidade social: pagar as contas, ajudar a família, garantir um futuro tranquilo, depois investir em educação, projetos sociais e em ideias que diminuam desigualdade — porque dinheiro parado não muda o mundo. Ah, é claro: separar uma parte pra viver bem, viajar, comer sem olhar preço no cardápio e nunca mais passar raiva com boleto. Rico sim, mas com consciência — porque sorte grande mesmo é poder transformar a vida de mais gente”. (Bruno Fernandes, assistente financeiro)

Bruno

“No lado pessoal, eu começaria pelo básico: tranquilidade e segurança pra minha família, sem loucura e sem ostentação. Organizaria a vida com calma, com investimento responsável, pensando em longo prazo, porque dinheiro grande, se não tiver cabeça, vira problema. E como cidadão, eu faria algo que eu já acredito muito: ajudar de forma silenciosa, organizada e séria. Apoiar projetos que realmente mudam vidas, educação, saúde, proteção de crianças, acolhimento, causa animal. Com critério, acompanhamento e transparência, sem confundir o público com o privado e sem usar isso como vitrine. E continuaria trabalhando. Porque prêmio muda o conforto, mas não muda propósito. Servir é uma escolha. E eu gosto de estar no “chão da cidade”, ajudando a resolver problemas, fazendo as coisas acontecerem. Se eu ganhasse, eu só ganharia uma coisa a mais: a chance de fazer mais o bem e com mais responsabilidade de mudar a vida das pessoas”. (Hugor Simão, chefe de gabinete da Prefeitura Municipal)

Hugor

“Iria aplicar o $ e aproveitar o rendimento dele para comprar uma casa pra mim, uma pro meu irmão, carros novos pra minha família, viajar para os lugares que sonho e investir financeiramente para dar mais robustez aos projetos da orquestra e do coral. Tudo com a aplicação e aos poucos, pro prêmio durar bastante…. rsrs”. (Carolina Malaquias, musicista)

Carol

“O bilhão será aplicado criteriosamente e administrado por minhas quatro filhas. Pedirei a elas que cuidem bem do tesouro e que paguem uma mesada generosa ao pai delas, aos avós e a mim, sendo essa um valor com o qual pagarei minhas contas, cuidarei da saúde e da beleza, usufruirei da vida, acompanhada de familiares e amigos; fazendo trabalho social. Também faremos doações a nossos parentes, conforme as realidades diversas, inclusive a alguns amigos. Criaremos um megainstituto surpresa. Tudo isso enquanto viajamos, conhecendo ainda mais o nosso estado, país, continente, o mundo todo, desfrutando das bênçãos no dia a dia da vida de ricos”. (Eliane Matilde, professora)

Eliane

“Provavelmente fundaria algum negócio com fins lucrativos, mas que levasse o mundo numa direção que eu gostaria de ver. Além de empresa e investimento no geral, eu acho que eu ia abrir um think tank focado em inclusão produtiva, que difunda ideias de políticas públicas que têm que ao mesmo tempo incluir e aumentar o PIB. E do ponto de vista pessoal, apesar de ser uma ONG, quem cria contatos nunca morre na miséria. É a forma mais sofisticada de capital que existe”. (Gabriel Pezzini, professor)

Gabriel

“Eu vou agir como se não tivesse ganho . Mudar toda a minha vida devagarinho para não levantar suspeitas , Receberia o prêmio em outra cidade e montaria uma empresa fictícia só para justificar meus gastos”. (Rejane Vanesa Batista, auxiliar de desenvolvimento infantil)

“Primeiro, vou colocar as coisas em dia. Depois aplicar bem o dinheiro, para ele render e durar. E eu tenho um sonho em meu coração. Compraria um terreno, criaria um bairro com dezenas de casas para famílias de baixa renda, de acordo com o sonho de cada uma delas. E iria viajar bastante, correr o mundo com a família.  (Pacheco de Souza, jornalista)

Pacheco (com Dudu de Lulute)

“A cifra é tão absurda que vou me permitir fazer alguns absurdos, como gastar 1 milhão em um dia durante algum tempo… Vou montar uma loja de café na principal, mas não vou vender, vou distribuir, só pra ficar movimentado e podermos fazer a resenha diária…” (Alysson Santos Resende, engenheiro)

“Primeiro alugaria um iate bem grande e levaria amigos especiais e queridos para curtirmos alguns dias em alto mar, saboreando muitas coisas gostosas, drinks, tira gosto, brunch, jantares ao luar. Depois disso, vou procurar um especialista em finanças para distribuir o dinheiro em investimentos e ajudar creches, asilos, gatil, canil, cães de rua, amigos e outras coisas. É muito dinheiro que deve ser distribuído ajudando muitas pessoas. (Mércia Camargos Nogueira, advogada)

Mércia

“Iria morar um mês em cada cidade diferente!(Fernanda Neri, comerciante)

“Sinceramente? Eu ainda não pensei o que fazer, pois é muito dinheiro. Não tenho noção do que fazer com tanto dinheiro. (Dozinha Melo, professora)

“Nossa, nem sei por onde começar.. a primeira coisa seria tomar um remédio pra não dar um piripaque, depois comprar uma casa e aplicar o restante, ajudar a família também, né.. os mais próximos’. (Cláudia Ismênia, secretária acadêmica na FPL)

Cristina

“Primeiro, vou deixar todos os meus irmãos numa situação completamente confortável financeiramente. Depois compro a casa dos meus pais e mando construir um prédio residencial, que logicamente vai levar o nome do meu pai. A volta ao mundo não pode ficar para trás . Se a grana for boa mesmo , quem sabe despoluir um rio , investir em hospitais equipados favorecendo o SUS . E tem mais …” (Cristina Perazoli, professora aposentada)

Ivone

“Se eu ganhar um bilhão, vou montar um super motorhome e viajar Brasil ponta a ponta via litoral . Viveria livre com os anos que me restam sem me preocupar com o quinto dia útil, seria livre após a melhor idade, o que me libertaria junto ao meu amado . Nós faríamos o que desse na telha . Kkk . Mas veja bem, o nosso motor home teria o motor de scanner 460 double Decker carroceria Marcopolo. Deus na frente e paz na guia, amém $ $$!” (Ivone Maria, professora de Artes)

Ivan

“Caso eu tenha a sorte de acertar as dezenas do bilhão, pretendo investir uma grande parte do prêmio na criação de um centro de estudos científicos, que não só atenda às pessoas vulneráveis, mas também às que têm potencial para desenvolver tecnologias que melhorem a qualidade de vida de todos. Além disso, reservarei algumas centenas de milhões para desfrutar e doar alguns milhões para instituições sérias. Vou investir também na rádio N1, que superou os primeiros meses com a determinação da equipe e estamos muito animados!” (Ivan Nunes, advogado e radialista)

Michelle

“Gostaria de ajudar as pessoas que amo, dar o conforto e a tranquilidade que o dinheiro pode dar. Deixar meus pais colherem os frutos da vida, descansando… pois os dois ainda trabalham muito, todos os dias, mesmo já idosos. Estudar meus filhos, sobrinhos e afilhados nas melhores escolas e universidades, pagar um bom plano de saúde a todos da minha família. No mais, meu maior desejo é que Deus nos abençoe com saúde e paz. O que se resolve com dinheiro, na verdade, não é um grande problema”. (Michelle Salvador, advogada)

Alexandre

“C0nstruiria um conjunto habitacional suficiente para retirar os moradores do município da situação de rua, do aluguel ou mesmo de situação de riscos da moradia. Um conjunto bem elaborado com moradias dignas e para doação direta ao beneficiário, proibindo a transferência pelo prazo de 20 anos”. (Alexandre Gonçalves, advogado)

“Curiosamente, estava no meio dessa conversa agora no Salão do Saraiva, na Comendador. E as respostas foram várias, como por exemplo: “eu ia viver de renda e nunca mas ia trabalhar “, talvez essa seja a principal resposta. Eu, por exemplo, pra ter um propósito depois de ganhar tanto dinheiro, iniciaria a campanha para presidente do Brasil. Também falamos em criar instituições e ajudar as pessoas com cursos profissionalizantes. Mas, diante da realidade de hoje, eu contrataria alguns cientistas e daria um jeito de criar um ar condicionado gigante para aliviar o calor insuportável que passamos..” kkkkkk (Marcellus Madureira, jornalista)

Marcellus

“Eu jogo não só por mim.
É sonho do meu pai,
homem simples, de pouca escola,
que saiu de Santana do Riacho
e começou na fábrica em Pedro Leopoldo.

Casou antes do caminhão.
Minha mãe seguiu junto.
Veio o filho, veio a casa,
ele na vigília, ela no cuidado.

Do esforço nasceu o caminhão
e a empresa feita de suor,
com trinta e quatro anos de história
que precisam de um terreno pra crescer.

Se o prêmio viesse, eu honraria meu pai
e dividiria com filha, mãe e irmãos,
porque sempre seguraram minha mão.

Riqueza, pra mim,
é ir voluntariamente pelo mundo afora,
levar dança, escuta e cuidado
onde o mundo não quer olhar.
Se eu ganhasse um bilhão,
seria pra devolver à vida
tudo que ela me fez ser”.

(Ana Francisca dos Santos, psicóloga)

Ana

“É tanto dinheiro que é difícil até imaginar. De início eu acho que conheceria o mundo inteiro em 2 anos. Meu filho Pedro Henrique iria atrasar na escola, mas teria mais vantagens e não iria achar ruim! Na volta, compraria um sítio ou chácara ou pequena fazenda na serra fluminense, na maior altitude possível. Compraria também uma pequena casa nos alpes suíços. No mais, é só deixar o dinheiro render… Paralelamente iria contribuir com todos os cursinhos sociais (gratuitos) que preparam alunos para o ENEM, além de distribuir bolsas-permanência para estudantes pretos e pretas de universidades públicas, vinculadas ao desempenho acadêmico e à condição socioeconômica. Enfim, sonhar não custa! Feliz 2026, com bilhão ou muito provavelmente sem bilhão! (Amauri Alves, professor)

Amauri

“Se eu fosse contemplada com um prêmio dessa dimensão, minha primeira responsabilidade seria garantir o cuidado, a segurança e a tranquilidade da minha família e das pessoas que caminham comigo. Ter estabilidade é fundamental para que qualquer decisão seja tomada com equilíbrio, responsabilidade e consciência social. Na sequência, destinaria uma farta parte desses recursos à criação de um fundo social permanente, voltado ao fortalecimento da educação, da saúde, da proteção às mulheres e de políticas públicas que promovam dignidade e oportunidades. (Cynthia Salomão, vereadora)

Cynthia, com a mãe e as irmãs

“Investiria metade do prêmio (ponto!) Destinaria 30% para pesquisas voltadas à cura do câncer. O restante seria para um refúgio longe de tudo, com conforto de resort e alma de fazenda: produção de café arábica Bourbon, ovos frescos, manteiga feita ali mesmo, produção cuidadosa. Muita gente vivendo desse trabalho.
E o tempo e dinheiro que sobrassem seriam gastos em viagens e experiências pelo mundo — sobretudo pela Ásia. Adorei o exercício para pensar no assunto. Já não me sentirei perdida depois que o dinheiro cair na minha conta…rs (Cheila Morais, funcionária pública)

Cheila

“Minha base de vida é a caridade em ação.. Acredito que será perfeita essa parceria com esse  tal um BILHÃO!!!! (Zicão, músico, sapateiro, ativista social)

Zicão

“A chance é mínima, mas, ganhando, ajudarei alguns amigos e parentes que considero… Vou picar a mula, viver só viajando, curtindo a vida, cada dia em uma cidade, um país, desfrutando o prêmio, como também deixarei lembranças em Pedro Leopoldo, comprarei um helicóptero e vou jogar e espalhar dinheiro para os bairros e distritos, ajudarei a Apae e demais entidades tudo em prol da minha estimada Pedro Leopoldo” (Gentil Viana, advogado)

Gentil, com a filha Geane

“Todos os anos, com a proximidade da Mega da Virada, uma pergunta volta a circular: “O que você faria se ganhasse 1 bilhão de reais?” As respostas costumam passar por conforto, segurança financeira e consumo. É compreensível. Mas, diante dos desafios da educação brasileira — especialmente em cidades como Pedro Leopoldo — talvez a pergunta mais importante não seja o que comprar, e sim o que construir.

“Um recurso dessa magnitude não deveria ser tratado como prêmio, mas como responsabilidade histórica. Educação não se transforma com ações pontuais ou improvisos, mas com continuidade, planejamento, governança e cooperação entre sociedade, setor produtivo e poder público. Investir em pessoas, garantir a perenidade das instituições e criar oportunidades estruturadas de inclusão são caminhos que geram legado real. Se 1 bilhão de reais caíssem do céu, ele não mudaria a direção — apenas aceleraria o caminho, pois o futuro da educação não nasce da sorte, mas de decisões conscientes tomadas todos os dias”. (Eduardo Nassif (diretor da FPL)”

Eduardo

“Eu mudaria pouco, continuaria acordando às 4 da manhã , faria meu café com ovo e continuaria andando e correndo bem cedo. Doaria minhas vacas de leite pra nunca mais sofrer desta paixão e em protesto ao desgoverno que tira sempre do produtor, que poderiam ser o caminho pra continuar no campo produzindo , gerando emprego e renda pra favorecer grandes empresários, que vivem ganhando milhões, importando leite em pó sem qualidade e vendendo como leite de caixinha. E principalmente podendo ajudar milhares de meninos a saírem da rua e das drogas, podendo estudar, praticar esportes e, no futuro, ser pessoas com conhecimento, capacitados, ocupando cargos importantes na política brasileira !!! (Rodrigo Costa, produtor rural)

(Rodrigo)

“Eu faria todos os projetos culturais que desejo, começando por Pedro Leopoldo”. (Luiza Moreira, pianista)

Luiza, com a cantora Larissa

“Já profetizando, o que eu vou fazer com esse tão sonhado BILHÃO: compraria um prédio no centro, um sítio, alguns carros, ajudaria toda a minha família igualmente. Também ajudaria os centros e as redes de apoio da cidade e investiria pesado na padaria!” (Gustavo Albano dos Santos, balconista da Padaria Jaques)

Gustavo

“Ganhar este dinheiro todo é até perigoso, pois como dizia o adágio popular, adeus sossego. Mas vamos lá: ajudaria minha família, os mais necessitados, contribuiria para ajudar Apae, Laiite, SSVP, que são entidades sérias e, logicamente, iria viajar muito com a minha família, sempre com os pés no chão”. (Edilcio Fagundes, Bila, engenheiro)

Bila

 

As fotos utilizadas nesta matéria foram compiladas no arquivo do site AQUI PL e nas redes sociais. Quem não estiver aqui, pode mandar foto que a gente completa.

Bianca Alves

Criadora e editora do projeto AQUI PL, é formada em Comunicação Social pela UFMG e trabalhou em publicações como os jornais O Tempo, Pampulha, O Globo; revistas Isto é, Fato Relevante, Sebrae, Mercado Comum e site Os Novos Inconfidentes

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